Às vésperas do fim do ano, os metais figuram entre os ativos com maior valorização em 2025, com cotações batendo sucessivos recordes e acumulando ganhos expressivos.
Não é à toa que usamos, até agora, o ouro como exemplo. Esse é o ativo que tende a ser sinônimo de segurança em meio à incerteza.
Em 2025, o metal teve valorização de 72%, superando pela primeira vez os US$ 4,5 mil por onça-troy.
Mas sua alta puxou também outros metais – como prata e platina, que roubaram a cena e ofuscaram o brilho do ouro neste ano.
A prata, por exemplo, disparou quase duas vezes mais que o ouro.
Sua cotação saltou de pouco menos de US$ 30 no início de janeiro para mais de US$ 75 hoje – uma valorização impressionante de 160%.
Além dos fatores que impulsionaram o ouro, há uma razão física para a escalada da prata: a oferta limitada.
Segundo o WSJ, os depósitos de prata pura no mundo estão praticamente esgotados.
E não é apenas o mercado financeiro que tem aumentado a demanda pelo metal: indústrias, especialmente fabricantes globais de painéis solares, vêm ampliando suas compras.
A platina também merece destaque.
Na sexta-feira, o metal atingiu máxima de US$ 2.474 por onça-troy, alta de 166% no ano.
Cerca de 30 vezes mais rara que o ouro, a platina tem seu preço impulsionado por múltiplos anos de déficits estruturais, estoques historicamente baixos e uma demanda industrial em expansão.
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